Arquivo da categoria: É o Brasil!

Eu e Copa

O dia em que Dunga acertou...

O dia em que Dunga acertou...

Por L’Andreis*

Enquanto Brasil empatava com Portugal, eu estava na Praça de Alimentação vazia de um shopping center em São Paulo colocando a vida em dia. Sim, porque é para isto que estão me servindo os jogos da seleção, aproveitar o cenário de filme de zumbi que se forma ao meu redor para responder emails, escrever pro EBDP, adiantar projetos.

Claro que nem tudo pode ser feito, as lojas estão fechadas e as cornetas em chamas, nada de compras e concentração. Ao ver algum ser vivo, ele normalmente vem com cores berrantes que deve se ter muito cuidado ao combinar, que, no caso, esses não tem: verde e amarelo.

(Alguém, por favor, avisa que jogo a seleção não é desculpa para cafonice.)

Não me chamem de anti-patriota, só não tenho paciência para assistir TV por 90 minutos acompanhada de gente fazendo comentários ou assoprando vuvuzela. Entendam, eu acho o Dunga uma pessoa ótima, estou do lado dele contra o Tadeu Schmitt e sua arrogância, mas, não, eu não vou ficar na poltrona me emocionando com dribles e chutes.

Sei que vocês não esperavam que eu fosse uma torcedora exemplar, mas, caso tenham se decepcionado, saibam que eu torço muito para que nosso técnico fã de Herchcovitch venha com aquela taça dourada horrorosa dentro da Louis Vuitton.

*L’Andreis não queria ter nascido Argentina, porque lá também acham que jogo é igual travesti: bagunça. Escreve aqui entre e quinta e sábado, mas fique sabendo sobre ela sempre no twitter @carolandreis.

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De volta

* Por L´Andreis

Voltar de viagem é triste. Sei que tem gente que viaja só pra voltar, pra valorizar o conforto de casa e do conhecido e, claro, pra mostrar as fotos pra todo mundo. Não faço parte desse grupo. Tenho banzo da visita.

A Europa, mesmo em crise, nos permite andar com a mochila nas costas sem nos preocuparmos se alguém vai roubar, nos deixa caminhar de noite e até de madrugada por ruas vazias sem paranóia e nos oferece a melhor comida do mundo por quaisquer 10 euros, como aconteceu conosco em Algeciras, cidade que foi nossa passagem para o Marrocos, de onde pegamos uma balsa até Tangêr.

Ao chegarmos na cidadezinha portuária eram 10 horas da noite e as ruas estavam vazias. Tínhamos que caminhar da rodoviária até o hotel e nos perdemos. Alguns bares estavam abertos e dentro havia apenas marinheiros maus da turma do Brutus do Popeye. Só ficamos calmos quando chegamos ao hotel, mas daí faltava comida. Pensei em ficar na água, mas meu namorado insistiu pela janta. Percorremos ruelas pontuadas de tipos com cara marroquina e jaqueta de couro preta até chegar à simpática praça principal da cidade. Foi aí que nos acalmamos: os mesmos caras de jaqueta preta estavam ali, com seus notebooks ligados e abertos no meio da praça. Não era, definitivamente, um lugar perigoso.

Talvez por estarmos mais seguros, foi aí que vimos uma taberna, cheia de secretárias e funcionários públicos, que servia tapas e bebida. Pedimos direto uma porção de jamón ibérico e vinho. Foram os 10 euros mais felizes da viagem. A adrenalina baixou e aproveitamos aquele jamón como o melhor de nossas vidas, e, naquele ponto da viagem, era mesmo.

Daí eu chego aqui e vou no Zaffari e o melhor que me oferecem é uma copa da Perdigão.

*L´Andreis é brasileira e não desiste nunca (de sair daqui). Escreve aqui todas as quintas, esteja onde estiver, e sempre no twitter @carolandreis.

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Hips no hype

Hips don't lie

Hips don't lie

Por L’Andreis*

Eu já tinha apontado no meu Twitter a tendência às curvas como padrão de beleza. Não querendo puxar a brasa para o meu assado, mas já fazendo, hoje no EBDP nem vou dizer nada, só mostrar o que está se falando por aí.

Lilian Pacce fez um texto muito bom evidenciando a volta das curvas na moda. Leiam, leiam, leiam: aqui .

Já a Prada engordou as modelos na marra, com enchimentos mesmo: aqui .

E se sua preocupação é agarrar um broto, entorpeça ele: aqui .

Hips don’t lie. E o hype também não.

*L’Andreis quase não pode escrever nada com a desculpa de casada depois de 25 anos: muita dor de cabeça. Mas tomou um Doril e apareceu aqui, como toda a quinta.

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Star Wars Beer – A garrafa final

Felipe Valer*

Há muito tempo, numa cervejaláxia muito, muito distante…

É um período de sede civil. Cervejeiros rebeldes atacando de um boteco escondido obtiveram seu primeiro porre contra o malvado império cevaláctico.

Durante a batalha, cervejeiros rebeldes conseguiram roubar os planos secretos para a fábrica final do império, a CEVA MORTAL. Uma cervejaria espacial blindada com poder suficiente para fornecer para o universo inteiro.

Perseguidos pelos sinistros fiscais do império, a princesa Celva corre para o bar em sua nave cevalar, levando as garrafas roubadas que podem matar a sede de seu povo e devolver a liberdade à cervejaláxia.

Que a força esteja com a cerveja!

A moda do momento no Brasil é a guerra “devassa” entre as cervejarias. Não tenho nada contra. Faz horas que a publicidade brasileira estava precisando de um “temperinho” para chamar atenção dos consumidores.

A cerveja e o cinema sempre tiveram uma relação muito próxima, assim nada melhor do que uma homenagem para o mercado do líquido dourado. Imaginem “Harry Potter e a cerveja filosofal”, “Harry Potter e a cerveja secreta” ou “Harry Potter e a ordem da cerveja”.

Livres associações são infinitas, mas temos de nos ater à realidade por alguns minutos.

Beer Wars, documentário mostra a batalha entre cervejarias.

A notícia não é quentinha… ops, quis dizer gelaaaada! Ano passado, pintou nos cinemas norte-americanos o filme/documentário Beer Wars, do diretor Anat Baron. A produção mostra basicamente como funciona a indústria da cerveja nos Estados Unidos, a “batalha” diária entre as grandes e pequenas cervejarias, que fazem de tudo para serem as únicas presentes nos bares e nos supermercados mundo afora.

Infelizmente eu creio que esse documentário será mais um daqueles difíceis de se encontrar. Vamos torcer para que esse filme seja exibido por aqui também.

Que a força esteja com você! Correção: que a cerveja gelada esteja com você!

Obs: este texto havia sido escrito faz um bom tempo, mas decidi ressuscitá-lo neste momento alcoólico oportuno.

Deguste o trailer com moderação!

*Felipe Valer não estava bêbado quando escreveu a coluna. Esperando o garçom encher o copo aqui, hoje; nos outros dias, no twitter @felipevaler.

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O que tirar do Brega

100% brega

* Por L´Andreis

Nestes tempos em que o Tecnobrega é tema de estudos mundiais sobre a nova economia, devemos lembrar que a phinesse muitas vezes pode nos afastar desta parte importante de nossa cultura popular. Sejam hits dos 80, do sertanejo, do pagode ou do brega pra valer, temos que torcer o braço com mangas bufantes e ombreiras: é muita poesia!

1. Temporal de Amor, Leandro e Leonardo

[Quando você chegar
Tira essa roupa molhada
Quero ser a toalha
E o seu cobertor
Quando você chegar
Manda a saudade sair
Vai trovejar, vai cair
Um temporal de amor]

Ai das figuras de linguagem que não são como essas pérolas. Como não se render a alguém que se compara a uma toalha e um cobertor? E como não filosofar perante a [manda a saudade sair]?

2.É o Amor, Zezé de Camargo e Luciano

[que faz eu esquecer que a vida é feita pra viver]

Queria deixar um abraço aqui pro seu Francisco, que viu o potencial desta música. Poucas frases já conseguiram expressar tão bem a alma do apaixonado-stalker. Aproveite a dica, linda, não deixe que o amor te faça esquecer que [a vida é feita pra viver].

3. Vou chorar, Leandro e Leonardo

[Vou chorar
Desculpe, mas eu vou chorar
Não ligue se eu não te ligar
Faz parte dessa solidão
Vou chorar
Desculpe, mas eu vou chorar
Na hora em que você voltar
Perdoe o meu coração]

Mais um sucesso desta dupla que só nos dava felicidade. A repetição do verbo ligar com dois sentidos diferentes prova o valor deste hit que já fez multidões chorarem.

4. Coração Pirata, Roupa Nova

Sou tão, mas tão fã desta música que não consegui eleger um trecho só.
[Sou amante do sucesso
Nele eu mando, nunca peço

Eu compro o que a infância sonhou
Se errar, eu não confesso
Eu sei bem quem eu sou
E nunca me dou!]

Analise o grau de sofisticação deste trecho: apesar de ser amante [do sucesso], a relação entre eles é SM, sendo ele, e não o sucesso, o masoquista, no qual ele manda e nunca pede. Sempre me comovo.

[Quando a paixão não dá certo
(Não há porque me culpar)
Eu não me permito chorar
(Já não vai adiantar)
E recomeço do zero sem reclamar
Quando a paixão não dá certo
(Não há porque me culpar)

Eu não me permito chorar
(Já não vai adiantar)
E recomeço do nada sem reclamar]

E só melhora. A Pitty e a sua projeção. (explicada pela terapeuta),  nem tinham nascido e Roupa Nova já entendia que o outro não gostar de ti não é sempre culpa tua, nêga.

5. Sonho Lindo, Tânia Mara

[Foi pensando só em mim
Que eu pensei só em você]

Quantos anos na terapia você passou pra entender que sua desilusão, paixão ou etc. eram apenas uma manifestação narcisista? Que era egoísmo seu mesmo?  Tudo isso porque você não ouviu direito o que Tânia Mara cantava.

6. Eu vou comer a Madonna, Leo Jaime

[Eu vou fazer buchicho
Eu vou dar trabalho
Vão dar fortunas pelo meu diário
A minha vida não vai ser bundona
Mamãe quando eu crescer…
Eu vou comer a Madonna
]

Este homem, este mito, não poderia ficar de fora desta e de nenhuma outra lista. Dizem que este LP era o preferido da dona Cristiane Luz, mãe de Jesus.

7. É imoral, é ilegal ou engorda, Leo Jaime

[É imoral, é ilegal
Ou engorda
Hei! Hei!
Será que tudo o que eu gosto
É imoral, é ilegal
Ou engorda]

Aqui este gênio prova seu valor mostrando seus estudos em Patologia, citando o livro Patologia Básica, de Robbins, que concorda que tudo que é bom na vida é ilegal, imoral, engorda ou é oncogênico.

*L´Andreis tira lições de vida de todos os tipos de vida, até dos sem phinesse.  Filosofa aqui toda quinta e esbanja poesia todos os dias no twitter @carolandreis.

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Phasion Rio

Taís Araújo e Thiago Lacerda para TNG no Fashion Rio

Taís Araújo e Thiago Lacerda para TNG no Fashion Rio

*Por L’Andreis

Aqui na redação do EBDP, eu sou atacada por olhares faiscantes quando digo que não gosto do Rio. Não tenho nenhum tesão pela galere de bermuda e chinelo, pela água de coco, pelos apês e casas que parecem as nossas em Floripa. Má claro que não sou estúpida de negar a importância desta cidade para nosso país varonil e tampouco da semana de moda que foi criada exatamente para exportar o [nosso*] modo verão de viver mundo afora, mesmo que seja na de coleção inverno.

As críticas ao Fashion Rio vêm exatamente da comparação do mesmo à São Paulo Fashion Week, maior evento de moda do Brasil, consagrado no calendário da América Latina e otimizador da exportação de nossos estilistas e roupas por aí. É importante lembrar que mais do que mostrar o hype e celebridades bem vestidas, essas semanas são organizadas para vender, e nisso temos que dar o braço a torcer ao Fashion Rio: a moda apresentada ali é altamente vendável.0

Desde as silhuetas, o Fashion Rio é diferente do SPFW. Seja nas primeiras fileiras, ou na lista de celebridades na passarela, o visual [saudável] está presente. Nada mais coerente. As praias cariocas não estão lotadas de modelos tamanho 34 e sim de moças com o bumbum mais próximo ao da Srta. Melancia do que ao da Gisele. Confesso que também estranho, mas, como representante da turma saudável, um lado meu canta Single Ladies e balança os quadris largos super contente com a inclusão.

Além disso, é tendência deixar de lado o esqueleto coberto de carne, pelas ancas e peitos grandes. A revista feminina alemã Brigitte, inspirada pelo patrocínio da Dove, a partir deste mês só imprime em suas páginas mulheres [normais] e sem photoshop. Na internet, uma pesquisa movimentou o twitter nesta semana. Nela, três mulheres com tamanhos 36, 40 e 44 competiram pela preferência dos internautas. A 44 ganhou. Então, não me venham falar do tamanho das bundas do Fashion Rio como se nunca tivessem visto mais gordas.

Outra crítica recorrente é à falta de glamour. Quem já saiu nas ruas no Rio sabe que isso não é o forte deles. Além disso, as marcas em desfile, são, em sua maioria, menores do que as apresentadas em São Paulo, com menos recursos para inovação e produção. O foco da semana também é mais o pret-a-porter de massa, isto é, aquelas roupas prontas pra usar que você vai encontrar em qualquer arara em um shopping próximo de você.

os homens preferem as gordas

os homens preferem as gordas

A questão é muito simples: não podemos exigir do Rio o que ele não pode nos dar. Bora rolar na areia de havaianas e biquíni Salinas e tomar uma rodada de suco com a galera e Oscar Metsavah sem dispensar o Sushi Leblon com bastante [hot philadelphia] que, como diria a poeta Shakira Isabel Mebarak Ripoll, [hips don´t lie].

*Nosso quem, cara pálida? Guaíba não é praia. Fik Dik.

*L’Andreis não gosta de caipirinha nem de carnaval, mas fica acordada até de madrugada pra assistir o Gala Gay porque sabe o que esse país tem de melhor. Mexe as cadeiras toda a quinta aqui e sempre no twitter (@carolandreis).

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10 lições da virada, direto do Rio

É clichê, é gay e eu não tô nem aí

É clichê, é gay e eu não tô nem aí

Por Rafa*

Passar duas semaninhas no Rio sempre rende boas histórias, vocês bem sabem, phinos amados. Mas a quem interessa boas histórias se estamos começando o ano hoje, com os pontos zerados? A gente quer mesmo é aprendizado, então bora começar 2010 cheio de ensinamento com exemplo prático. Vem comigo?

1 – Há bares que vem para o bem

No Rio de Janeiro há sempre aquele amor que pode ser de verão. E qual é a graça de ir pra praia sem a possibilidade de viver um amor de verão? Daí tu pode escolher um cenário qualquer, um barzinho com as portas abertas. Pode até rolar uma sanfona se não tiver um cantinho, um violão, como pediam os da bossa nova carioca. Uma boa conversa. O cenário perfeito. Não rolou aquele beijo de novo? Bobagem. Foi phino, pode ter certeza.

2 – Não deixe para fazer amanhã quem você pode fazer hoje

Você tá de olho naquele gatinho da academia há meses mas nunca se encontraram por aí, na metrópole sem mar. Daí ele aparece na praia dando pinta e um certo mole, bem de cantinho pra ti. Melhora: você encontra ele na festa e ele é amigo de um amigão seu. Porém, um detalhe: ele está, literalmente, caindo de bêbado. Não faça a blasé e pegue o bofe. Ele, na volta à vida real, não terá a pachorra de recusar um convite para refazer a má impressão daquele noite. (Não vejo a hora de cobrar o date do meu bofinho que peguei em seu momento Heleninha Roitman.)

3 – Piriguetismo roots? É feio mas tá na moda

Você acabou de sair de um namoro de merda ou tá tentando se livrar daquele encosto que não desapega? Pireguetismo roots na veia funciona. Para facilitar, roubei a dica de um comentário lá do Tonha Fever. Saca só e coloca em prática:

“Crash course” pra felicidade na noite:

Lição #1: Beba. Bastante. Pra ficar bêbada.
Lição #2: Baixe as expectativas. Como? Repita o passo número 1 até funcionar.

Dica de mestre.

4 – Beijar a mão pra conhecer e reconquistar

Me surpreendeu uma nova mania que descobri em terras cariocas. Beijar a mão ao conhecer uma nova pessoa e potencial peguete. Peguetes antigos te beijarem a mão a fim de te reconquistar. Amigo barbie alertou sobre a gripe suína. Mas, sei lá, achei meigo. Será que a mania pega em Sampa?

5 – Recordar é viver

O bom de passar o rodo no passado é que os gatinhos melhoraram muito e estão cada vez mais gostosos. E se você investiu na baixa, a hora de usufruir dos lucros é agora, no melhor estilo. Se ele não te quiser, conta pra todo mundo, sem dó: JÁ PEGUEI! Faz um bem pro ego.

6 – Momento descarrego e simpatia: faça com classe (ou sem, quem se importa?)

Você tem uma amiga que antes da virada te entrega em mãos um sabonete pra limpar tudo, “sabor” Pomba Gira? Ah, não tem? Melhor rever suas amizades para não ficar OUT na virada do ano que vem. E outra, se, por acaso, você bebeu demais e colocou tudo pra fora quando o baile acabou, não se culpe. Não perde pontos porque limpeza interna também tá valendo.

7 – Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa

Você deu tudo de si durante o ano na academia e ficou com ódio dos gatinhos muito mais saradérrimos na praia? Bobagem, bi. A gente faz o que pode e barbie perfeitinha não tá com nada. Ok, excesso de murcilha também não, mas o descanso da virada não é o momento de culpa. Realce o que você tem de bom e se joga. Mas como não dá pra voltar no tempo, e hoje já é segunda, bora pra academia se preparar pro carnaval?

8 – Não exagera no navy, bi

Bombou no Rio as sungas navy. Uns mandaram bem quando a moda apareceu com discrição. Já outros… Verão tá recém começando, então se liga quando desembarcar novamente à beira-mar.

9 – Hay uma vida mejor, pero es carisima

Bom, a gente sabe que com dinheiro tudo fica mais fácil, mas essa lição só entrou porque tinha um argentino com uma camiseta com esses dizeres em Ipanema. E é um bordão bom DEMAIS para se pronunciar, principalmente em espanhol, em várias ocasiões. Mantra pra 2010.

10 –Há coisas que, definitivamente, não tem preço

Amigos à beira-mar, na laje, cantando juntinho “eu não tô aqui pra sofrer”… caipirinha de frutas vermelhas feita por “Allan, o cara”, beijo na boca, conhecer gente nova e bacana. Eu tive, e você?

*Rafa vive pra isso e não está aqui pra sofrer. Vai sentir saudades pra quê? Quer ser feliz. Bye-bye tristeza, não precisa voltar, nem às segundas, quando aparece por aqui, nem nos outros dias.

vivo pra isso

vivo pra isso

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