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Perdi Jackson e Farah no mesmo dia

Vou lembrar de ti assim, phopho

Jacko, vou lembrar de ti assim, phopho

Por SextaSessão*

Eu não estava preparada para perder Michael Jackson no mesmo ano que Clodovil e no mesmo dia de Farah Fawcett, minha ídola de infância, que ensinou a interpretar com os cabelos.

Gostava do Jackson. Na medida em que se pode gostar de um cara que fazia músicas-chichete, dançava como se tivesse ligamentos e articulações elásticos e que rendia boas notícias. Não curto pop. Um dia, por certo, devo ter gostado, só não lembro (era uma coisa chamada Dire Straits. Outros, acho, parece que se chamavam Titãs). Faz parte de um passado remoto, deixa pra lá.

Não comprei o LP Thriller, nem aprendi aquela dancinha, mas ainda assim gostava dele. Como gosto da Madonna. Não por motivos musicais, mas míticos.

E sentia uma certa peninha daquela pessoa incrivelmente talentosa e bela (antes da 576 plásticas) que queria ser uma coisa que não era. Madonna, minha musa fitness, também tem síndrome de Jacko. A despeito dos esforços, quer ser forever young, e cada dia menos o é.

Nunca dispensei um segundo pra pensar se eram verdadeiras as acusações de pedofilia. Pouco me importa. Desculpem a franqueza, mas não vou me preocupar com criancinhas cujos pais deixaram os filhos aos cuidados de Michael Jackson. Que se fodam os pais.

Li uma vez o Caetano Veloso dizer que admirava Jacko por sua arte máxima e lamentava por sua vida mínima. Uma frase caetaneana, mas não creio que tenha sido uma vida mínima. Foi triste, indefinida e intensa.

Fez coisas impensáveis, se transformou num ser mutante (esperem só a necropsia), casou com a filha do Elvis Presley. Putaquepariu!, com a filha do Elvis Presley até eu casava. Com a filha do Paul McCartney no way, sorry Spulds & Angela; nem com as do Chico Buarque, que as tadinhas puxaram à mãe (veja nos comentários um adendo às preferências homoeróticas de SS).

Segundo disse o defunto – antes de o seu estado evoluir para o óbito, claro -, ele se viciou em analgésicos e teve vitiligo, por isso branqueou (minha dermato aposta que ele dormia em banheira de hidroquinona). Fez a mimosura de sacudir um filho bebê de uma sacada de hotel, mostrando instinto paterno bizarro, mas mais evoluído que o de seu malvado papai, que o espancava quando era o menininho cuti-cuti do Jackson Five.

Não foi uma vida a ser invejada. Admirada, talvez. Respeitada, por certo. Espero, francamente, que tenha havido felicidade nesses 50 anos. E que tenha gente a chorar pela pessoa que ele foi, não pelo músico, nem pelo mito.

*SextaSessão não gosta que mitos morram. Mas gosta menos ainda que pessoas morram. Escreve aqui nas sextas e, nos outros dias, tergiversa em seu blog.

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Cansei do carioca. Quero agora o uruguaio

Me leva pro mar, me chama de anêmona

Me leva pro mar, me chama de anêmona

Por SextaSessão*

Existe na minha “relaçã” o fator “banho de mar com Chico Buarque”. Uma licença prévia, um salvo conduto, um passe livre. Há anos, quando o compositor foi fotografado aos beijinhos com uma mulher casada no mar de Copacabana (ou Ipanema), eu disse ao administrativo: “eu te amo, mas tu tens que entender uma coisa: se o Chico Buarque quiser tomar banho de mar comigo, eu vou”. Considerando que detesto banho de mar (lembre aqui), perceba o quanto a situação é séria.

Depois, fiquei sabendo que outras colegas disseram o mesmo, com mais ou menos phineza, aos seus cônjuges, namorados, FF e homens do tipo. Mas depois que vi fotos recentes do Chico sem camisa, suspendi indefinidamente o passe. Achei que a banda passou, e ele não tem mais os mesmos apelos não-musicais.

O administrativo também tem seu “banho de mar com..”. Só que, ao contrário de mim, ele varia tanto a escolhida que nunca consigo acompanhar. Imagino que está na fase Fernanda Lima ou Jenifer Conely. Já teve Daril Hanna, Sandra Bulock, Verusca Donato, Fernanda Jung e outras que esqueci. Se eu errei na grafia do nome de alguma, não me corrijam, estou me lixando.

Pelo Leonard Cohen, sempre declarei o meu amor. Mas o velhinho não é fotografado de calçãozinho em Copa, e isso dificulta a minha decisão se o amor poderia evoluir do platônico ao carnal. Ante a um clipe do CD Dear Heather, administrativo declarou: “esse velho ainda come gente”.
Ao que não pude conter um suspiro, pensando que, se ele come hoje, imagina o que fazia quando era o gostoso da época de “Oh, Suzane”.

(Bem) Poucos e (bem) bons já povoaram o imaginário aqui, mas, muito cedo, descobri que só dois tipos de pessoa causariam tsunamis na minha fantasia: quem toca algum instrumento e quem desenha (Cohen faz os dois. Uhuu!). Mas sou monomotivada, e nenhum havia ameaçado o monopólio de Chico Buarque.

Agora ele está muito sambadinho. Dançou.

Preciso ter uma nova conversa com o administrativo e mudar o voto. Tenho que anunciar o “banho de mar com Jorge Drexler”. Pronuncie /rror-rre/, por caridade. Para quem ainda não o conhece, dá uma olhada no vídeo abaixo e responde: tem como não amar?

*SextaSessão lamenta que os três músicos supracitados nunca tenham passado por sua cama e nem dividido um mesmo palco. Mas se conforma em assistir a Jorge Drexler cantando Leonard Coehn Chico Buarque. Escreve, aqui, nas sextas-feiras e tem outros vídeos do uruguaio em seu blog.

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Quem sabe um dia

Por O Outro Lado*
(Em Busca do Feno)

Depois de cortar o cabelo, um corte bom, por sinal, do tipo que há muito não conhecia, dirigia com muita calma pela Luís Góes. Olhava em direção ao lado esquerdo da rua quando sinto um impacto e o barulho característico das colisões. Um Gol preto havia aberto a porta sem olhar, e meu espelho retrovisor direito jazia na rua.

Estava perfeitamente calmo. Esta é uma das poucas vantagens de se ter um carro velho: você não está nem aí para ele, contanto que ande. A calma desapareceu quando percebi o responsável pela barbaridade. O carro estava estacionado na frente de uma cadimia, e vinha na minha direção um alterofilista bombadaço e tatuado. Seus manos desciam para ver o que tinha acontecido.

Eu juro que já não estava brabo e não ligava para o prejuízo, mas no momento em que percebi o risco que minha integridade física corria, pensei seriamente em entrar no carro e sair em desabalada carreira na velocidade que o Preju (como chamávamos o carro, numa época em que frequentava muito oficinas) permite.

Apertei a mão do marombeiro. Gelada. Foi então que percebi que ele nem cogitava partir para a ignorância. Muito pior foi o que ele disse depois:

– Diz aí, quanto foi teu prejuízo, bem?

Não houve troca de telefones. Me dei por muito satisfeito com os R$ 30 oferecidos. O espelho novo custaria R$ 10, mas isso eu ainda não sabia.

Sentei para beber um chope e pensar na cidade de bosta em que vivemos todos nós. O chope estava bom.

Problema semelhante não tem mais o meu amigo Nix. Carioca, mudou-se para São Paulo, como quase todo carioca que precisa trabalhar com comunicação, mas teve a sensatez de não suportar a cidade desde o primeiro instante. Fez os contatos que precisava e partiu. De volta a Copacabana, todos presumem. Errado. Nix comprou (ou alugou, não sei) uma casa caindo aos pedaços mais ou menos no caminho. Campos do Jordão.

Campos tem uns bairros bem afastados e foi a escolha dele. Bem longe da badalação pseudo-européia. Respira muito bem. Nunca foi muito de comer, mas prefere o pão feito na esquina da sua casa. Não convive com gente. Não sabe o que é cena indie há um bom tempo. Não vai a festas anos 80.

Um dia vou ser phino assim.

*O Outro Lado empurra com a barriga o momento de se ver livre da maioria das pessoas com quem é obrigado a conviver por morar num liquidificador de gente. Escreve aqui às terças, quando tem disposição e internet em casa. Já deixou de ir ao cinema há um bom tempo.

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Essa é a história de um homem do mal

O administrativo é do mal, muito do mal

Ele é do mal, mas SS merece

Por SextaSessão*

Administrativo é do mal. Mais do mal que eu.

Odeia convenções, se nega a seguir padrões sociais pré-estabelecidos, só trabalha de tarde e de noite “porque não sou padeiro”, não faz nada só “por educação” e nunca fala uma mentira polida para agradar. Mas, pasmem, tem amigos. E parte dos MEUS amigos, depois de o conhecer, passa a gostar mais dele do que de mim (nem fazem questão de disfarçar).

A despeito de toda a ojeriza que ele tem às festinhas familiares, sobretudo às infanto-temáticas, foi ao chá de fraldas de uma amiga quando eu estava longe, a trabalho. Não tive coragem de apagar o email. O texto é um primor de veneno que precisa ser compartilhado. As únicas edições abaixo foram omitir o nome da mamãe e abrir uns parágrafos, que ele escreveu tudo em um bloco só.

Portanto, phophas, pensem duas vezes antes de fazer chás de fralda e nos convidar, ok? Vai ele decide ir.

“Pois é, fui lá representar o casal, mas não conhecia quase ninguém e fiquei o tempo todo meio de canto, me arrependendo de ter ido e ficar babando mosca… tava tudo decorado com balões azuis e rosas (ela faz questão da surpresa do sexo) e tinha uns cartazetes na parede pros convidados anotarem o peso e os cms da futura criança e de repente a mãe dela pega o pincel atômico e começa a escrever num cartaz e a fulana dá um grito e chama ela de burra na frente de todo mundo e a véia (que é burra mesmo) se cala até o fim da festa, e vai comida e vem bebida e o maridão gordo feito uma mulher grávida com uma câmera a tiracolo tirando foto até de peido…

e quando achei que não faltava mais nada então a fulana dá as mãos pra uma amiga loira que não sei o nome (todas são loiras) e começam a fazer uma reza em prol da saúde da futura criança, e reza vai e reza vem, e que deus proteja e que deus não sei mais o quê, e então a fulana começa a chorar, e o maridão começa a lacrimejar, e os convidados da ala da cozinha começam a se olhar e a zombar de deus em baixa voz, em cochichos maldosos, e então a reza acaba e a fulana enxuga as lágrimas e coisa e tal…

Bem, quase no fim da festa chega aquele amigo da fulana que é meu conhecido arquiteto (aquele que dorme no cinema), e então ele me diz que acorda todos os dias às 5h30min e vai pro guaibão fazer remo e, como ele gosta de mim, me convida pra aparecer lá e fazer remo também a essa hora.

meu Deus amado.

na saideira (porque eu sempre me enrolo pra sair à francesa), ainda ajudei o maridão gordo e inchado de comida entupir o carro com os milhares de pacotes de fraldas que eles ganharam… era tanta fralda que eu comecei a ficar enjoado, com nojo mesmo, feito uma mulherzinha grávida!

Viste como a coisa anda dura por aqui?”

*SextaSessão tem o administrativo que merece e acha phino ser um pouco do mal. Já escreveu sobre a sogra GLS (lembre aqui), reproduziu uma discussão sobre loucura e sexo oral com o namorado (lembre aqui) e estava ansiosa para compartilhar um texto dele. Escreve e desenha aqui nas sextas-feiras e rascunha no seu blog nos outros dias.

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Lavou, admirou e tá novo

“Tanto usou que abusou de mim / Se aproveitou de tudo que pôde / Quis até o que eu não tinha”

“Tanto usou que abusou de mim / Se aproveitou de tudo que pôde / Quis até o que eu não tinha”

Por O Outro Lado*
(Em Busca do Feno)

Uma acusação muito comum de se ouvir é um magoadíssimo “você me usou”. Especialmente utilizado em finais de relação, quer dizer que você se aproveitou de alguém sem a devida vênia ou sem a compen$ação adequada. Chupou a carne e cuspiu o caroço. Coisa bem baixa mesmo. Ora, é uma coisa meio ingênua que se diz. Senão, uma amizade verdadeira não seria a mais saudável forma de troca de interesses. E é uma troca de interesses. Pelo menos eu creio que sim. Há, no entanto, um fator que discerne uma coisa da outra.

Em uma amizade ou uma relação maior, você tem uma espécie de habeas corpus para se aproveitar do outro com um sentimento chamado admiração. A amizade e qualquer relação afetiva transcende a simples conveniência por esta coisa de olhar para o outro e achar sua aparência agradável, ou reconhecer suas realizações, ou, principalmente, simpatizar até com os defeitos. A paixão verdadeira é isso, gostar do outro justamente pelo que os outros criticam. Depois que você é capaz de se enternecer com uma louça esquecida em cima da pia, tem todo o direito de transferir o salário do seu homem para sua conta.

O dia-a-dia é um grande assassino da admiração. E o pior é que não a mata de uma vez, tornando fácil e preciso o instante em que acaba a mágica de encarar os desvios como charme. Pouco a pouco vai irritando cada copo sujo esquecido ao pé da cama, o fio dental no ralo da pia, o hálito que fica pior a cada despertar. Precisamos de novidades mas é a mulher que acaba pressionando por elas quando sente falta da emoção. Há algo no estrogênio que torna legítimo à mulher que seja ela a fazer suas cobranças. Este ponto os antigos costumavam chamar de fim da picada.

Todo mundo usa, usou ou usará alguém, e não há nada de errado nisso. O problema consiste em despertar o encanto e a admiração do ser usado por você. Desta forma, nem ele nem você sentirão o desgaste do uso. Lavou, admirou e tá novo. Namoro, casamento, amizade e até aquela relação de vagos conhecidos. Estimule a admiração dos outros por você e seja feliz.

*O Outro Lado viveu hoje seu dia de Martha Medeiros. Repórter e dândi, tenta estar sempre em dia com seu charme há mais de 28 anos. Seu texto é usado por aqui às terças.

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A esnobe preguiça de fazer as coisas acontecerem

fazendo a phina
fazendo a phina

Por O Outro Lado*
(Em Busca do Feno)

Uma das pessoas em quem me inspiro quando penso em alguém bem esnobe e bicha é o Cristian Pior. Personagem daquele cara lá do Pânico – não vou pesquisar que ando indolente à beça. A um programa de entrevistas, o Cristian revelou aos olhos de todos os esnobes o óbvio ululante. “Os referenciais do meu personagem são quase todos pobres. Você pergunta de rico, e o Cristian Pior não sabe quase nada”, diz o humorista.

É praticamente a boa nova a respeito de todos. Só pensa em ser phino quem não tem o atributo por naturalidade. Pensou em borrifar aquele perfume, botar aquela base sobre a espinha e phodeu: para sempre podes ter certeza de que o phino não é tua natureza. Vais carregar o estigma de que produzes excremento – não Ferrero Rochet – por teu róseo ânus. Melhor começar a carreira que teu destino é trabalhar (e muito) porque é tua chance de quem sabe ser phino aos 60.

Creio que minha maior virtude, a maior qualidade do playboy que no fundo nunca deixei de ser -por menos phino que porventura tenha sido- é a de só acreditar em coisas que caem de mão beijada. A ordem natural das coisas é que elas se entreguem a mim pela simples condição de acontecerem comigo. Não, não é bem isso. Mas o prazer de ter uma coisa que não precisamos nos esforçar pra conseguir é maior. Não concordo com esta tese protestante da recompensa pelo sacrifício. Prefiro que os boçais carreguem o peso de fazer as coisas acontecerem.

Tudo no nosso ambiente conspira contra isso. Não é possível o luxo de cinco minutos pensando em coisas amarelas, verdes, pretas. A bicha tem horror e zomba do teu visual desleixado. É a deselegante pressa que manda no mundo. Cabelos esvoaçantes ainda têm seu charme, axilas ensopadas, não.

* O Outro Lado tem um lado feminino lésbico e faz piadas de boteco de interior por aqui nas terças.

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EBDP revela: homem também finge orgasmo

Meg, a phopa, ensina a ver falsas estrelas

Meg, a phopa, ensina a ver falsas estrelas

Por SextaSessão*

Dia desses, depois de ouvir que “homens não têm a vantagem das mulheres. Não podem fingir”, duas perguntas passaram a me martelar: Como fingir pode ser “vantajoso”, já que o conceito de vantagem envolve benefício? Homens não podem mesmo fingir?

Sem nenhuma idéia para este post semanal, decidi encarnar a “repórter da revista Nova” e ir a campo entrevistar homens sobre o tema. O critério dos eleitos foi bem simples: amigos, heterossexuais e caras-de-pau. Entre as minhas relações freqüentes, seis atendem ao perfil. Como um deles está longe do perímetro nacional, sobraram cinco: dois professores de musculação e três profissionais de comunicação.

O roteiro programado de perguntas era o mesmo, mas cada interrogatório seguiu seu próprio rumo e conduziu a ramificações do tema nem sempre agradáveis de se ouvir. Aliás, levarei um tempo para esquecer certas imagens mentais a que fui acometida por uns relatos (tem coisas que a gente não precisa saber sobre os amigos).

Abaixo, a versão sintética com as perguntas comuns a todos.

Advertência: não xingue os meus amigos caso um deles lembre algum idiota que te fez sofrer. São homens que se dispuseram a expor publicamente suas intimidades sexuais em nome da phineza.

Tem como notar se uma mulher está fingindo orgasmo?
Os cinco foram unânimes: “não”. Resposta destaque: “cada mulher goza de um jeito. Já peguei mulher que chora, mulher que fica mudinha, mulher que crava as unhas nas costas e duas que começavam a rir. Uma gargalhava tanto que eu achei que ela tava rindo da minha cara, que eu tinha errado o buraco e estava comendo o colchão.”

Teve alguma vez que tu desconfiaste que era fingimento?
Um entrevistado: “nunca”. Quatro disseram “sim”. Os desconfiados ficaram cabreiros pelo mesmo motivo: a gritaria alta demais. Resposta destaque: “as mais escandalosas, que parecem que estão tendo um choque, tendo a achar que é forjado”.

Prefere saber que ela não gozou contigo ou que ela finja para te agradar?
Quatro deles responderam “prefiro saber que não gozou”. Um: “se ela quer agradar e não achar ruim ficar sem gozar, o direito e o problema são dela”.

Por que tu achas que algumas mulheres fingem?
Muitas respostas diferentes, vão todas: “insegurança”, “medo de perder o cara”, “doença psicológica, tem que se tratar”, “porque não sabem o que querem”, “para agradar ou por covardia de dizer que não gostou”. Respostas destaque “para alegrar o parceiro ou para o cara ruim de negócio parar de fazer merda quando ela não tem mais saco”.

Tu te preocupas que o orgasmo ocorra sempre?
Dois  disseram“sim”. Três afirmaram que “não”, só se importam se ela gozou se gostam dela ou pretendem vê-la de novo. Resposta destaque: “prefiro que goze, daí fica mais fácil depois para comer de novo”.

Preferia que ela dissesse que não está gostando e vocês parassem ou que ela continuasse fingindo?
Três responderam que preferiam que ela dissesse. Dois, se estivessem muito excitados, preferiam que a parceira fingisse.

Durante uma primeira relação com uma mulher, quais os itens desta lista que te preocupam mais: ereção, tamanho, desempenho, parceira gozar ou saber se ela finge?
Quatro se preocupam com ereção e desempenho. Um: “não me preocupo com nada”. Nenhum disse se importar com “tamanho” ou em “saber se ela finge”.

Homem pode fingir?
Três: “sim e já fingi”. Um respondeu que “poder, pode, mas nunca fingi nem ouvi falar. Mas já pedi arrego (pediu para parar)”. O último disse: “nunca fingi e nunca ouvi falar disso”.

Por que tu fingiste?
Entrevistado que acha que mulher finge por “insegurança” e “medo de perder o cara” simulou gozar porque já estava cansado e não agüentava mais, mas preferiu fingir do que ter que explicar.
Entrevistado que acha que mulher finge “porque não sabe o que quer” disse que já interpretou na vida porque perdeu o pique na segunda ou terceira rodada e queria terminar de uma vez.
Entrevistado que acha que mulher que finge “não conhece o próprio corpo e tem que se tratar” fez de conta porque “já era a terceira e eu já tinha dado tudo de mim. Eu não tinha nada mais para dar. Achei que ela podia ficar magoada”.

Pergunta aos que já fingiram: notou que a tua resposta para o motivo de mulheres fingirem é diferente do teu?
Os três: “hãããã….. não….”

*SextaSessão resfolega, arqueja, suspira, ofega, tremelica, arfa, se descabela e abre o gritedo aqui todas às sextas-feiras. Nos outros dias, se faz de salame para ser comida em rodelas no seu blog.

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